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Anew Blog

24.03.2009
Em tempos de “Marolinhas”, a Grande Oportunidade

Na primeira quinzena do mês de Março de 2009 em companhia de Claudemir, Tomomi, Michiko e a Paula (vencedora do 2º. Anew Grand Prix in Brazil-2008) participei de uma viagem ao Japão, passando por diversas cidades.

 

Nesta oportunidade pude fazer muitas reflexões, em vários sentidos, que me levaram a reavaliar conceitos tanto da vida pessoal como da profissional.

 

Esta foi a minha 3ª viagem ao Japão. Confesso que estes 15 dias foram muito mais proveitosos e produtivos do que nas vezes anteriores.  Digo isto em razão de estarmos vivenciando um período que os entendidos chamam de “Crise Mundial da Economia”.  É um período que podemos chamar de “Período da Depuração”, ou seja, é o período em que haverá a separação entre  “o joio e o trigo”, “o falso e o verdadeiro”, “o pirata e o original”, devendo sobreviver somente  aqueles que trilham através Principio da Ética e da Boa Índole. A Anew, particularmente, desde a sua fundação veio primando por estes princípios. Por isso tenho certeza absoluta que ela superará todos os obstáculos que possam aparecer.

 

Sabem por que tenho certeza disso?

 

Pude sentir em cada um dos Companheiros Anew do Japão uma atitude extremamente positiva, um brilho especial nos olhos e uma postura para agir com preocupação e dedicação triplicadas para, talvez, obter os mesmos, ou menos, resultados obtidos até então porque eles têm a consciência  de que se assim não o fizerem não superarão as dificuldades e não sobreviverão.

 

Pude presenciar e sentir, também, a preocupação, o interesse e o envolvimento de cada um deles na execução de coisas além do que é a sua rotina, além do que são as suas atribuições do dia-a-dia; eles se empenham em desenvolver diversas habilidades, em outras áreas, em outros departamentos, tornando-se profissionais mais completos, com múltiplas habilidades.

 

 Nesta viagem ao Japão os sentimentos de: “Sejam bem-vindos”, “Obrigado pela presença!”, “Por favor!”, “Parabéns!”, “Muito obrigado!”...  eu, percebi, foram muito, muito mais intensos.

 

Vivemos na era da comunicação, da informação e da valorização do tempo – pesquisas apontam que em 2011 teremos um bilhão de usuários de internet móvel, trocando comunicação e informação on-line (em tempo real).  O importante nesta nova era, muito mais que “onde você vai”,  é “o que você faz”.  É a tomada de novos Conceitos de Mobilidade, Produtividade e Rapidez propiciados pela tecnologia da geração Hi-tech. É o tempo da valorização da pontualidade, da rigorosidade em cumprir os compromissos assumidos.

 

Na área do consumo percebi que a valorização do VISUAL está em primeiro lugar, ou seja, a beleza lá faz a diferença. A comida deve ser tão bonita que pode ser “saboreada” primeiramente pela visão. Em seguida, a comida deve ser, de fato, deliciosa e depois tem que haver a diversificação (um pouco de muitas coisas) e devem ter um balaço nutricional.

 

Gostaria de fazer um destaque especial à tecnologia japonesa que é de ponta, de última geração, que é empregada em ambientes de arquitetura ultramoderna, conjugada harmoniosamente com a arquitetura antiga, complementando perfeitamente a beleza da  natureza.É a preservação da história, do passado e, principalmente, dos valores que nos remetem ao sentimento de gratidão por existir o presente.

 

Aqui deixo o meu agradecimento para o povo japonês e em especial ao fundador da Anew, Yukio Hashimoto e todos os dirigentes.  Por eles existirem é que existem todas as outras Anews no mundo. Por eles existirem tive a oportunidade de fazer esta viagem... apesar da “marolinha”.  Muito obrigado a todos que propiciaram tornar esta viagem um evento rico e inesquecível.

 

E, finalmente, gostaria de deixar a minha mensagem dizendo que estamos vivendo um momento onde não podem existir pré-julgamentos, diferenças pessoais, invejas, e sim,  a valorização da competência profissional sem  nunca esquecer do sentimento de gratidão, como diz a mensagem do Presidente Internacional e fundador da Anew: “Quando bebermos a água, que tenhamos o sentimento de gratidão para quem perfurou o poço”.

 

 

Um grande e forte abraço a todos.

 

Eurico Takaoka

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18.03.2009
Evento Dr.Lair Ribeiro by Tatianne Ishibashi

Que a sua comida seja o seu remédio e o seu remédio, a sua comida.

Você quer ter sucesso, seja ele pessoal, profissional e financeiro?

Pois bem, eu também!

Nesse último sábado (14), estive ansiosa pelo 1º Evento Especial com Dr.Lair Ribeiro, que aconteceu na cidade de Londrina/PR.

Havia convidados de vários locais, dentre eles: Londrina, Maringá, Arapongas, Cianorte, Curitiba, Ourinhos (SP) e até Goiás!

Para quem não conhece, Dr.Lair Ribeiro é palestrante, escritor, médico, nutrólogo e em suas palestras ele aborda temas como Sucesso e Saúde.

E, exatamente nessa palestra, ele abordou dois temas significativos:

 

- A fórmula da saúde da nova era – Ela existe e está ao seu alcance.

Fiquei pensando em como cuidar da saúde na nova era. Correria, poluição, stress, pouco tempo com a família, exigência de estudar... Até mesmo os mais fortes em saúde, acabam tendo um deslize como um resfriado. E algumas doenças surgem por causa de um pequeno detalhe costumeiro em casa, uma comida mal-cozida, falta de hábito de tomar água entre outros. Dr. Lair Ribeiro diz que podemos ter saúde sem precisar de remédios.  Eu gravei bem a frase que ele citou de Hipócrates: “Que a sua comida seja o seu remédio e o seu remédio a sua comida”.

 

- Sucesso – Vislumbre um mundo muito maior, além da sua rotina, superando o  conformismo, redescobrindo o seu potencial.

Pra mim, essa foi uma palestra bastante forte.  Dr.Lair mexeu com a minha motivação.  Ele me fez ver o meu potencial e mostrou o caminho para descobrir qual é a minha área, o que gosto de fazer e também, como fazer aprender a gostar do que eu faço.

O legal também é que ele mostra que ninguém enriquece do dia pra noite e muito menos, dormindo em casa. Pessoas bem sucedidas são aquelas que conseguem conciliar tempo com a família com o tempo de trabalho. E isso não quer dizer que rotineiramente, tem que ser no final de semana. Isso me despertou um diferencial por eu estar ali, me esforçando, aprendendo, sendo que poderia estar fazendo algo que não me acrescentasse algo útil, por exemplo.

Ele mostrou também, através da frase: “Me diga com quem tu andas, que eu te direi quem tu és” onde você classifica as pessoas que andam com você e como elas podem influenciar a sua vida. É incrível como você acaba achando as próprias respostas sem se dar conta que elas estavam bem a sua frente.

Nossa, se deixar, vou contar toda a palestra!

Mas calma, ainda tem mais 4 palestras programadas com ele para os próximos meses. E pelo menos em mais duas, estarei lá prestigiando esse brilhante escritor. Vai você também e depois comente se você gostou ou se adorou!

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

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03.03.2009
Uma belissima mensagem do Mestre Michio Kushi

 

Os alimentos controlam até mesmo o destino das pessoas

 

 "Os alimentos controlam o destino".

 

Estas são palavras ditas pelo Professor Mizuno Namboku, um filósofo da era Edo, que editou um livro com o mesmo título. Desde aquela época, ele voltou seus olhos para a importância dos alimentos e sabia que os sentimentos e a vida de uma pessoa podiam ser mudados como bem quisessem, com a alimentação.

 

Dizem que o Professor Mizuno Namboku era mestre da fisiognomonia (arte de ver o caráter e o destino das pessoas através da fisionomia) que atuou no Japão no Shogunato Tokugawa, tendo sido um jovem muito agressivo com quem pouquíssimas pessoas conseguiam lidar. Ele vivia furtando trocados para poder comprar bebidas e a sua aparência não gerava nenhuma credibilidade. Um dia foi preso, acusado de assalto.  E, quando, já liberado da prisão, andava despreocupadamente por uma estradinha, deparou-se com um “adivinho”.

 

O “adivinho”, espantado com a fisionomia de Mizuno Nambuko, foi logo dizendo: "Ei você, venha cá. Se você continuar com estes sinais no rosto, só terá mais um ano de vida. Não há salvação, esses sinais são muito ruins".  A fisionomia de Mizuno Namboku era marcada com traços tão fortes de infortúnio que assustou o “adivinho”.   

 

Namboku ficou apavorado e na esperança de haver alguma salvação perguntou ao “adivinho” se existiria alguma forma de mudar este destino. Então, o adivinho contou-lhe que a única forma de se salvar era "transformar-se em um monge budista".

 

Prontamente, Mizuno Namboku se dirigiu a um templo e pediu ao sacerdote que o aceitasse como um discípulo. O sacerdote, entretanto, olhou para a aparência dele e julgou que o mesmo não tinha condições de se tornar, tão logo, um monge. Então determinou que ele se submetesse a um processo preparatório, durante um ano. Essa preparação consistia em, durante um ano, comer somente soja e arroz integral misturado com cevada, além de movimentar bastante o corpo e dedicar-se a um trabalho pesado.

 

Concluindo que nada poderia substituir a garantia de sua vida, Mizuno Namboku logo iniciou o processo de preparação. Obedecendo as determinações do sacerdote tornou-se um estivador no cais do porto, alimentou-se somente de soja e arroz integral com cevada e trabalhou arduamente por um período de um ano. Ao final desse período, Namboku saiu novamente em direção ao templo disposto a tornar-se um monge, quando no meio do caminho encontrou aquele mesmo “adivinho”.

 

O “adivinho” logo viu que os traços do destino de Namboku haviam melhorado muito. Ele disse que morrer já não estava eminente.  Essas palavras mudaram a vida de Mizuno Namboku.  Ele decidiu então tornar-se um “adivinho” ao invés de monge budista. A partir de então, Namboku passou a dedicar-se nos estudos da fisionomia.  Para acumular experiências na interpretação da fisionomia das pessoas passou a trabalhar como um "sansuke" (antigos empregados de banhos públicos que ferviam a água das banheiras e ajudavam os clientes a se banharem) como parte de seu processo preparatório. Passou três anos de sua vida esfregando as costas dos clientes, ouvindo suas histórias enquanto analisava a fisionomia e desenvolvia a capacidade de observar a natureza humana.

 

Depois, trabalhou durante mais três anos como assistente de cabeleireiro, aprofundando-se em seus estudos observando as diversas feições e as formas físicas das pessoas. Dentre os clientes, haviam pessoas felizes, infelizes, ricas e pobres. Conversando com elas sobre temas diversos a sua capacidade de observação foi se desenvolvendo a olhos vistos.

 

Não satisfeito em observar apenas as pessoas vivas, passou a trabalhar como vigia do crematório. Assim ele poderia observar os cadáveres. Observando o aspecto dos ossos depois de cremados, os familiares dos falecidos, os corpos abandonados dos indigentes, entre muitas outras coisas, Mizuno Namboku percebeu que havia uma diversidade muito grande de detalhes no aspecto dos cadáveres.  Ele concluiu que o corpo dessas pessoas, já incapazes de dizer uma palavra, de alguma forma contava a história de suas vidas.  

 

Como mais um passo do processo preparatório Namboku fez uma grande peregrinação por todo o Japão. Andou de cidade em cidade, tornou-se aprendiz de vários mestres fisionomistas e dedicou-se ao estudo da literatura clássica chinesa visando absorver mais e mais conhecimentos.

Após concluir um longo período de aprendizado e preparação, Mizuno Namboku retornou à cidade de Edo e começou a atuar como fisiognomonista.  Logo a sua fama alastrou-se pelos povoados e tornou-se uma celebridade procurada por muitas pessoas.

 

Porém, pouco tempo depois, o Namboku deparou-se com um obstáculo. Enquanto dava consultas às várias pessoas que o procuravam, ele percebeu que havia alguns pontos contraditórios entre estas pessoas e os estudos que fizera até então.  Ele observou que dentre as pessoas que tinham traços da felicidade, estranhamente, havia muitas que eram infelizes, com saúde frágil, ou sofriam por causa de problemas familiares.  Também havia pessoas com traços que indicavam, de acordo com os seus estudos, total infortúnio, mas que na realidade tinham uma vida feliz,  uma família feliz, filhos saudáveis e posses.

 

Por causa destes casos que contrariavam os seus estudos, Mizzuno Namboku empenhou-se em rever a literatura clássica e todos os ensinamentos que recebera, para descobrir onde estava o seu erro.  Nada o fazia convencer até que um dia descobriu a resposta: Sim, era o alimento!

 

Pela primeira vez, Mizuno Namboku entendeu que não se pode julgar uma pessoa apenas por meio da sua fisionomia e dos ensinamentos escritos nos livros. Pela primeira vez ele percebeu que os alimentos ingeridos por uma pessoa transparecem em sua fisionomia e no seu comportamento e que são os alimentos que definem tudo em sua vida, desde a felicidade ou infelicidade, o estado de saúde, até o relacionamento com outras pessoas.

 

A propósito, havia dentre as obras literárias da antiga Índia, muito apreciadas pelo Professor Mizuno, uma que se chamava "Upanisad". No capítulo intitulado "Taitalia" continha as seguintes palavras:

 

"Tudo tem sua origem no alimento e tudo retorna ao alimento. Aquele que conhecer os segredos dos alimentos adquirirá o domínio sobre a felicidade e a infelicidade, tornando-se também capaz de guiar as  pessoas do mundo inteiro. Todavia, aquele que desconhece os segredos dos alimentos sofrerá com a infelicidade, vindo a destruir sua vida ... aquele que reina sobre todas as demais pessoas é o homem que conhece a verdade sobre os alimentos".

 

Antes de iniciar o movimento da macrobiótica, eu mesmo fiquei observando atentamente a fisionomia e as atitudes das pessoas que passavam pela 5ª Avenida e outras ruas de Nova York.  Cheguei à conclusão de que os seres humanos são formados pela influência do ambiente em que vivem e dos alimentos que comem. Naquela época eu ainda não havia me dado conta que a dica já havia sido dada, tanto por meio das obras do Professor Namboku Mizuno como também na literatura da antiga Índia.

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