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  • Equilibre a flora intestinal

    23 de fevereiro de 2011

    Essa semana foi pública no site da Revista Época uma matéria interessante sobre a descoberta do “segundo cérebro” no sistema digestivo  (clique aqui para ler a notícia).


    Você já parou para pensar que o seu humor, a existência ou não de celulite, o aparecimento da sinusite e outras doenças podem estar relacionados com as condições da saúde do seu intestino?


    Há muito tempo esse órgão não é visto com a função de apenas separar e absorver os nutrientes e dispensar os restos alimentares. Dentre suas funções, o intestino também é responsável pela:


    - produção de 80% de toda serotonina – que é um neurotransmissor fundamental para a sensação de bem-estar – do nosso organismo. Se o intestino não está equilibrado, a produção de serotonina fica insuficiente. Por esse motivo, hoje já se associa quadros depressivos ao mau funcionamento intestinal.


    - produção de células do sistema imunológico, responsáveis pela defesa do organismo. Quando você está com resistência baixa, com uma gripe atrás da outra ou infecções seguidas, o problema pode estar relacionado a esse órgão.


    - produção de hormônios e enzimas que direcionam o caminho dos nutrientes dentro do nosso organismo, otimizando a digestão, o metabolismo e absorção de nutrientes.


    Deu pra perceber o quanto é importante manter a flora intestinal equilibrada?
    Veja algumas dicas simples que contribuem para a saúde do intestino:


    - Dê preferência a alimentos naturais, integrais, frutas, verduras e legumes, pois são alimentos ricos em fibra e ricos em enzimas.

    - Consuma alimentos fermentados naturais (soja fermentada, missô, shoyu etc.) pois são alimentos ricos em enzimas.

    - Evite frituras, gorduras, carnes vermelhas, alimentos enlatados, bebidas industrializadas. O excesso destes alimentos causam danos a saúde.

    - Mastigue bem os alimentos para facilitar o trabalho do sistema digestivo

    - Beba água de qualidade

    - Pratique atividade física regularmente

     

    Se você tiver alguma dica para beneficiar o intestino, compartilhe conosco!

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  • Os benefcios do mega 3

    10 de fevereiro de 2011

    Os benefícios dos ácidos graxos ômega 3 já são conhecidos há tempos e frequentemente podemos acompanhar na mídia os benefícos e as novidades que vão surgindo sobre o ômega 3.

    Os peixes de água fria, como o atum, salmão, anchova, sardinha entre outros, geralmente são os primeiros da lista quando se fala em alimentos ricos em ômega 3. No entanto, também existem ótimas fontes vegetais desta substância, como a linhaça, nozes, espinafre, agrião, rúcula, soja entre outros.
    Outra forma de suprir o organismo de ômega 3 é recorrer a suplementos ou fórmulas manipuladas recomendadas pelo seu médico ou nutricionista.

    Se você ainda não visitou a nossa ANEWS - notícias sobre saúde e qualidade de vida - aproveite para ver essas matérias relacionadas ao ômega 3 que postamos esta semana:

     

    Ômega 3 pode ajudar a prevenir cegueira, diz estudo

     

    Dieta carente em ômega 3 pode explicar depressão

     

    Aproveitamos para republicar uma matéria do boletim Naturalmente de novembro de 2007, sobre os benefícios do ômega 3.
    Boa leitura e registre os seus comentários!

     

    Os ácidos graxos Ômega 3

    Ômega-3 é um conjunto de ácidos graxos essenciais poli-insaturados que tem sido muito utilizado em tratamentos complementares desde 1975, quando dois médicos dinamarqueses publicaram no American Journal of Clinical Nutrition, os resultados de suas pesquisas.


    Esses pesquisadores, estudando os esquimós da Groenlândia, que se alimentam exclusivamente de peixes e animais marinhos, constataram que eles apresentam elevados níveis sanguíneos de HDL-colesterol (o bom colesterol) e baixos níveis de LDL-colesterol (o mau colesterol); constataram ainda, que eles têm baixa viscosidade sanguínea e a incidência de doenças cardiovasculares mais baixa do planeta, apesar de terem alimentação baseada em proteína animal.


    Posteriormente, diversos estudos realizados em outros países foram publicados em periódicos científicos, como nos famosos Lancet e New England Journal of Medicine, demonstrando que o aumento no consumo de peixes de água fria pode reduzir significativamente o risco de doenças cardíacas.


    Os dois ácidos graxos essenciais do tipo ômega-3 encontrados em maior quantidade nos óleos de peixe são o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico). As inúmeras pesquisas científicas realizadas têm demonstrado que esses ácidos graxos essenciais reduzem os níveis sangüíneos de colesterol e de triglicerídeos, além de promoverem significativa redução nas reações inflamatórias e alérgicas. Demonstrou-se também que a combinação de ambos (EPA e DHA) em proporções equivalentes, potencializaria tais propriedades.


    Esses ácidos graxos podem ser um importante coadjuvante tanto no tratamento quanto na prevenção de distúrbios cardiovasculares, não somente por reduzir os níveis sanguíneos de triglicerídeos e colesterol, mas também por contribuir na diminuição dos riscos de formação de coágulos.


    Os estudos posteriores realizados com os esquimós, em função da dieta alimentar adotada por eles - baseada em carne de foca
    e óleo de baleia - tentaram evidenciar a importância dos ácidos graxos essenciais ômega-3, não somente na prevenção dos distúrbios cardiovasculares, mas também na de outras inúmeras doenças comuns na civilização ocidental, que na população de esquimós, apresentam baixíssima incidência.


    As civilizações que tinham dieta alimentar rica em EPA e DHA, sempre tiveram baixa incidência de câncer, o que de fato é raro
    entre os esquimós da Groenlândia. Quando ocorreu uma mudança nos hábitos alimentares, em decorrência da introdução dos alimentos refinados da civilização moderna, o câncer e outras doenças crônicas, antes raras na população de esquimós, começaram a surgir entre eles. Vários estudos demonstraram, portanto, a importância da presença dos ácidos graxos essenciais
    ômega-3, na dieta alimentar, para a prevenção e o tratamento de inúmeros distúrbios orgânicos.


    Nas doenças auto-imunes, como as degenerativas articulares, os suplementos de ácidos graxos ômega-3 podem suprimir tanto a evolução dos processos autodestrutivos dos tecidos quanto a dos dolorosos, o que se faz por meio da indução da síntese de
    substâncias anti-inflamatórias orgânicas naturais. Essa propriedade é muito benéfica em qualquer distúrbio orgânico inflamatório.

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